Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
Praias Fluviais das Aldeias do Xisto

Cada vez mais há alternativa para férias diferentes e quando se trata de praia, para variar pode trocar o mar salgado pelas águas doces dos nossos rios.
Escolhi 3 praias fluviais recomendáveis, 2 delas distinguidas com a Bandeira Azul e 1 com a classificação “Praia Acessível”, garantia de que oferecem todas as condições de acesso a pessoas com mobilidade condicionada. A maior parte dispõe também de esplanada, tendo como pano de fundo o verde refrescante da paisagem.
Um convite ao relaxamento!


Praia Fluvial da Louçainha
As Represas Naturais da Louçainha são o cenário onde esta praia fluvial veio desaguar. Tem sido galardoado com a bandeira azul e classificado praia acessível, este espaço tem para oferecer água de boa qualidade, bons acessos e infra-estruturas. Para além do informal parque de merendas, disponibiliza também aos banhistas um restaurante com vista panorâmica sobre as represas

Distrito: Coimbra -Concelho: Penela -Freguesia: Espinhal
Tem Bandeira Azul. Serviços de apoio disponíveis: Bar, Duches, Instalações sanitárias, Praia vigiada, Restaurante



Praia Fluvial Poço Corga
A Ribeira de Pera, nos planaltos da vertente sul da Serra da Lousã, alberga a praia fluvial Poço Corga. Esta praia mereceu o galardão de Praia Acessível, pelo fácil acesso pedonal e as rampas e passadeiras até junto das áreas de sombra e para dentro de água. Possui infra-estruturas que vão desde um amplo e moderno complexo de instalações sanitárias, restaurante, bar com esplanada até um espaço museológico e desportos náuticos.
Distrito: Leiria - Concelho e Freguesia: Castanheira de Pêra
Acessibilidade fácil para deficientes motores - Há facilidade de Estacionamento - Serviços de apoio disponíveis: Bar, Duches, Instalações sanitárias, Restaurante.

Praia Fluvial Ana de Aviz
Envolvendo a Ribeira da Aldeia, a praia fluvial junto à aldeia Ana de Aviz foi classificada como "praia acessível". Critérios de segurança cumpridos, água com qualidade, serviços e equipamentos náufragos, possuem também instalações de restauração e lazer.

Distrito: Leiria - Concelho e Freguesia : Figueiró dos Vinhos

Tem Bandeira Azul - Serviços de apoio disponíveis: Acesso a deficientes, Bar, Duches, Instalações sanitárias, Posto de Primeiros Socorros, Praia vigiada, Restaurante

Acessibilidade de deficientes motores: Acessibilidade fácil

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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009
O Convento de Mafra Ocupado (1808) pelo Exécito Napoleónico
A 21 de Junho 2009 às 14 horas o Convento de Mafra foi "ocupado" pelo exército Francês.
Esta recreação histórica baseou-se no periodo das Invasões Francesas (1807-1811).

Duzentos anos volvidos, o Exército Napoleónico "voltou " ao Palácio de Mafra, evocando o único momento da história deste monumento em que a soberania deixou de ser portuguesa.

Entre 8 de Dezembro de 1807 e Agosto de 1808, o Palácio de Mafra foi o Quartel-General da 2ª Divisão do Exército Napoliónico sob a liderança de Henri-Luis Loison, conhecido como o "maneta".
Esta foi a história do convento ocupado, com a permanência de frades franciscanos e dos soldados franceses, tendo como fundo a vila de Mafra, cujo povo sofreu com os novos "senhores do Palácio".










in folheto da Recriação Histórica da Câmara Municipal de Mafra


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Terça-feira, 21 de Abril de 2009
Breve História da Passagem do Povo Judeu por Castelo de Vide - A Sinagoga

O edifício identificado como Sinagoga Medieval localiza-se na confluência da Rua da Judiaria com a Rua da Fonte. Compõe-se de dois pisos, abrindo-se numa das divisões do piso superior o que se julga ser o Tabernáculo.
Neste compartimento reuniam-se os homens da comunidade, enquanto que na divisão à sua direita, daquela separada, originalmente por um pequeno postigo, congregavam-se os membros do sexo feminino, enquanto decorriam as sessões de estudo dos Textos Sagrados. As Sinagogas, enquanto espaço polifacetado, funcionavam, paralelamente, como Escola. Também na Sinagoga de Castelo de Vide existe um espaço que era dedicado ao ensino dos mais jovens. A Escola, cuja memória a tradição popular ainda guarda, hoje em edifício separado, situava-se à esquerda da sala do Tabernáculo.

Os trabalhos de consolidação do edifício da Sinagoga obrigavam ao desenvolvimento de várias sondagens arqueológicas no piso inferior deste espaço. Nesses trabalhos foi possível identificar três silos escavados no granito de base, apresentando um deles vestígios de ter sido forrado com placas de cortiça. Os diferentes níveis estratigráficos observados indicam a existência de, pelo menos, três fases distintas de utilização do piso inferior. A mais antiga, contemporânea da abertura dos silos, remonta aos finais do século XIV. Os dois silos do primeiro compartimento estiveram em uso até meados do século XVI, enquanto que os materiais enxumados no silo do segundo compartimento apontam para um abandono algo mais tardio. Quer pelos materiais arqueológicos recolhidos no interior dos silos, quer pelo espólio identificado na sondagem efectuada no quintal da Sinagoga, outrora espaço coberto, pode-se afirmar que o século XVI foi época de profundas alterações
deste edifício, coincidindo com o fim da liberdade de culto dos judeus em Portugal. Posteriores utilizações foram dadas a este imóvel. O espaço interno e externo foi sendo alterado e adaptado ao longo dos séculos. O Tabernáculo só foi redescoberto nos anos setenta do presente século, quando se procedia ao arranjo das paredes do edifício.
(Fonte): http://www.cm-castelo-vide.pt

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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009
Breve História da Passagem do Povo Judeu por Castelo de Vide
Na encosta virada para a nascente e adossada ao velho casco medieval desenvolve-se a Judiaria de Castelo de Vide. Num acentuado declive serpenteiam as estreitas calçadas que se desenvolvem desde a porta do Castelo até à Fonte da Vila, em tudo semelhantes às que formam o restante núcleo medieval de Castelo de Vide.

Torna-se interessante verificar que a comunidade judaica de Castelo de Vide evoluiu entre dois espaços fundamentais - o velho Largo do Mercado e a vetusta Fonte da Vila.

O Judeu, pela sua vivência em diáspora, ligou-se fundamentalmente, às actividades mercantis, justificando-se, mutuamente mercado e judiaria, no mesmo espaço - encosta nascente do Castelo.

Ainda que de difícil delimitação urbana, a Judiaria de Castelo de Vide desenvolveu-se, fundamentalmente, pelas ruas da Fonte, do Mercado, do Arçário, do Mestre Jorge, da Judiaria, da Ruinha da Judiaria, da actual Rua dos Serralheiros e da Rua Nova. A amplitude deste espaço pode compreender-se devido à proximidade de Castelo de Vide com a fronteira castelhana.

O Édito de 1492, promulgado pelos Reis Católicos, Fernando e Isabel, provocou uma deslocação maciça de famílias judias que procuravam, do lado de cá da fronteira, a paz que as profecias lhes negavam em terra estranha. Datará dessa altura o desenvolvimento comercial e manufactureiro que veio a caracterizar, posteriormente, Castelo de Vide. Não só nas artes e ofícios se notabilizou a comunidade judaica de Castelo de Vide, tendo brilhado também os seus filhos na botânica e medicina, como nos provam os nomes de Garcia d'Orta e Mestre Jorge o Físico.

A despeito da renovação que, por via da sua continua ocupação, foi sofrendo, a judiaria de Castelo de Vide apresenta ainda alguns elementos característicos: as portas ogivais de habitação e de oficina ou comércio (algumas decoradas com símbolos profissionais), as velhas calçadas e o edifício que se julga ser a antiga Sinagoga.



(Fonte): http://www.cm-castelo-vide.pt

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Domingo, 19 de Abril de 2009
Abrantes Parque Urbano de S. Lourenço e Aquapolis
PARQUE URBANO S. LOURENÇO







O Parque urbano está localizado na mata de S. Lourenço, um espaço natural, dentro do perimetro urbano da cidade de Abrantes.



Este espaço está a ser um ponto de convivio social e refugio, que nos possibilita uma oferta diversificada dentro do recreio e lazer, para as familias Abrantinas e aos visitantes da cidade, como foi o nosso caso.


Tem ao dispor percursos pedonais, uma ciclovia, um parque de merendas,um parque infantil,, uma parede de escalada,um lago artificial,um café/restaurante e próximo uma zona de pernoita de autocaravanas com permissáo de 48 horas.





ÁQUAPOLIS





A Áquapolis, está localizada nas duas margens do rio Tejo, a norte na zona baixa de Abrantes e sul fico na localidade de Rossio ao Sul do Tejo.








São zonas bastantes agradáveis para passeios.



A norte também há um parque de merendas, campos de jogos (Volei,Futebol) na praia fluvial, bem como o parque de actividade fisica para todas as idades com aparelhos patrocinados por uma cadeia de supermecados.





Há também nesta parte uma Área de Serviço para autocaravanas, com zonas de pernoita até 48 horas.


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Sábado, 18 de Abril de 2009
Abrantes Castelo / Fortaleza
Imóvel de interesse público,de planta irregular com fortins de defesa estratégicos,terá sido mandado construir por D. Afonso Henriques, no século XII para defesa da linha do rio Tejo, sendo doado em 1173, pelo mesmo, à ordem de Santiago de Espada.
Foi Alvo de sucessivas reconstruções e ocupações
militares, desde a sua primitiva construção até ao século XX.
Esta Fortaleza é constituida por Torre de Menagem, mandada contruir por D. Dinis em 1300, detentora da maior panorâmica desta região, que permite contemplar multiplas paisagens sobre a lezíria ribatejana, a charneca alentejana e as serranias da beira.
O palácio dos Governadores ou dos Alcaides, terá sido construido no século XV, pelo Alcaide-mor de Abrantes, Diogo Fernandes de Almeida.
O palácio encontra-se hoje descaracterizado, pelo desaparecimento do primeiro andar.
Subsiste uma magestosa frente em arcada, assente sobre uma galeria, bem como algumas salas abobadas, com 11 vãos inter comunicantes, com tijolo de burro dos século XVII / XVIII.





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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009
Convento de Cristo na cidade de Tomar





Post sobre Património Mundial
O Convento da Ordem de Cristo e o Castelo Templário, em Tomar, formam um conjunto monumental único no seu género. O Castelo foi fundado em 1160 por Dom Gualdim Pais, Mestre provincial da Ordem do Templo em Portugal, e dentro das suas muralhas viveram as primeiras gentes de Tomar. O coração da fortaleza, a Alcáçova, com a torre de menagem, foi construída a Oriente; o lugar místico, a Igreja octogonal Templária, foi construída a Ocidente. Com o extermínio da Ordem pelas perseguições de Filipe, o Belo, Rei de França, os Templários encontraram, em Portugal, a continuidade da sua sagrada missão de Cavalaria.
A Ordem do Templo foi extinta em 1312, mas os seus bens e, em parte, a sua vocação, foram transmitidos, em Portugal, à Ordem de Cristo, criada em 1319. Sob os auspícios de D. Dinis é, então, fundada a "Ordem dos Cavaleiros de Cristo", a qual foi durante quatro anos negociada pelo monarca com a Santa Sé, e veio a integrar pessoas e bens da extinta Ordem do Templo. É com a Ordem de Cristo que a nação portuguesa se abre para a empresa das descobertas marítimas do séc. XV. Tomar é, então, sede da Ordem, e o Infante D. Henrique o seu Mestre.
Com a expansão da fé cristã e do reino, também a sede da Ordem de Cristo se dilata. Os séculos e a história de Portugal vão deixando, na arquitectura do Convento, testemunhos do tempo e dos homens que lideraram os destinos de Portugal. Durante o governo do infante D. Henrique foram construídos dois claustros góticos no Convento. Com D. Manuel, a igreja templária é prolongada para Ocidente por uma construção que serviria o Capítulo da Ordem. Profusamente impregnada pela simbólica dos Cavaleiros de Cristo, esta construção aloja na sua fachada ocidental a famosa Janela da Sala do Capítulo, de Diogo de Arruda (cerca de 1510). Mais tarde, D. João III pretende fazer profundas mudanças na Ordem, alterando as suas Regras e transformando os Cavaleiros em monges contemplativos; é a partir deste reinado que se iniciam importantes trabalhos de ampliação do Convento, com vista a consumar a Reforma da Ordem. Esses trabalhos vão continuar através de vários reinados, até ao século XVIII, deixando marcas de diversas tendências artísticas. O Convento de Cristo encerra no seu conjunto arquitectónico testemunhos da arte do Românico, templária, do Gótico e do Manuelino, ao tempo das Descobertas, do Renascimento joanino, do Maneirismo, nas suas várias facetas e, por fim, do Barroco, presente em vária ornamentação arquitectónica.



Da estrutura arquitectural do Convento, além das edificações construídas em torno da igreja templária, há a salientar o conjunto de quatro grandes claustros articulados por dois eixos em cruz latina, e também um aqueduto com 6 Km de extensão mandado edificar por Filipe II. Integra os domínios conventuais uma área de floresta e cultivo conhecida por Mata dos Sete Montes, por estar confinada por sete colinas de acentuado relevo.



in:http://www.ippar.pt/monumentos/conjunto_cristo.html


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Domingo, 25 de Janeiro de 2009
Tapeçaria de Portalegre.Uma história de Guy Fino


Os dois galos

O pintor francês Le Corbusier era, à época, o expoente máximo de inspiração para as tapeçarias francesas, consideradas as melhores do mundo. Conhecido e apreciado, o artista gaulês afirmava que o seu nível de perfeição era inatingível.
Por diversas vezes Guy Fino tentou seduzir o mestre para que pintasse motivos que pudessem ser reproduzidos pelas tapeçarias de Portalegre.

Porém, este sempre recusou, afirmando que estas não tinham a qualidade necessária para um artista da sua envergadura.

Mas dada a insistência de Fino, Le Corbusier acedeu em doar ao museu uma tapeçaria sua, na qual estava representado um galo em tons vermelhos, verdes e amarelos com um fundo preto.
Guy Fino, homem de rara intuição, mandou rapidamente que se copiasse com a máxima perfeição a obra doada.


Seguindo as suas ordens, a manufactura produziu não só um trabalho idêntico, mas ainda mais perfeito no que toca aos contornos da forma. É que o ponto de Portalegre, por ser diferente do francês, permite desenhar as formas ainda com mais minúcia.


Concluída a obra, Guy Fino voltou novamente a convidar Le Corbusier a visitar o museu e confrontou-o com os dois quadros, tapando a assinatura.

Le Corbusier apontou para o tapete de Portalegre e disse que esse era o francês. Guy Fino perguntou-lhe como poderia ele saber, tendo o pintor retorquido que não poderia haver dúvidas porque aquele era o mais perfeito. E como a tapeçaria francesa era a melhor do mundo, aquele só poderia ser o tapete francês.·

Acto contínuo, Guy Fino destapou as assinaturas e o francês, incrédulo, viu que se tinha equivocado. Afinal, a tapeçaria portuguesa tinha qualidade. A partir de então, passou a colaborar ilustrando alguns quadros para as tapeçarias de Portalegre.




N'Dalo Rocha

in :http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/index.asp

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Sábado, 24 de Janeiro de 2009
Museu da Tapeçaria de Portalegre - Guy Fino
Inaugurado em Julho de 2001, está instalado no Palácio Castelo Branco.





O museu dedica-se à apresentação, conservação e estudo das Tapeçarias de Portalegre.



Apesar de o famoso ponto de Portalegre ter sido criado por Manuel Carmo Peixeiro, no final dos anos 20, foi através do impulso de Guy Fino que a firma Tapetes de Portalegre evoluiu para a actual manufactura.



Muitos foram os pintores que viram aqui as suas obras reproduzidas.


Só para citar alguns nomes: Jean Luçart, Le Corbusier, Almada Negreiros, Graça Morais, Menez, Júlio Pomar, Vieira da Silva, entre outros.



Para além das exposições permanentes, o museu também conta com uma área de exposições temporárias pertencentes maioritariamente a coleccionadores privados e também à manufactura das tapeçarias.






Morada:

Rua da Figueira, n.º 9
7300-139 Portalegre

museu.tapecaria@cm-portalegre.pt


Horário
9:30 - 13:00 14:30 - 18:00

Encerra à Segunda-Feira


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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009
Figuras de Bordalo Pinheiro em risco de desaparecer


DN online :


Figuras de Bordalo Pinheiro em risco de desaparecer




Ao tomar conhecimento desta triste realidade, veio-me à memória uma recente visita a Óbidos, onde estava patente uma exposição de objectos da Fábrica de Rafael Bordalo Pinheiro.

Nesse dia de Dezembro, já se falava no possivel encerramento da unidade fabril das Caldas da Rainha.


Não há ninguém que consiga pegar «este touro pelos cornos»?
Como soe dizer-se aqui no Ribatejo.

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