Domingo, 13 de Julho de 2008
Salinas Naturais de Rio Maior
Num vale a 3 km da cidade de Rio Maior , estão situadas as únicas Salinas Naturais existentes em Portugal.
Uma mina de sal gema, muito extensa e profunda, atravessada por uma corrente subterrânea, alimenta um poço de onde se extrai a água, sete vezes mais salgada que a do Oceano Atlântico.
O processo de exploração é artesanal, constituindo estas Salinas Naturais o verdadeiro ex-libris da Cidade de Rio Maior. As suas pirâmides de sal constam do brazão da Cidade.
Têm oito séculos de história. Com efeito há oitocentos anos, em 1177, que Pero D'Aragão e a sua mulher Sancha Soares venderam à Ordem dos Templários a quinta parte que tinham no poço e Salina.
Certamente que através de séculos, a exploração das Salinas fez-se por processos iguais aos de há poucos anos, quando a água salgada era tirada por meio de duas picotas (introduzidas na Península Ibérica pelos Árabes). Nestas épocas recuadas o sal era uma substância muito importante no comércio entre os povos, alguns o utilizavam até para pagamento.
São 470 talhos, 21.865 m2 de área e uma marinha com 5000 m2 de concentradores e alguns talhos. Um poço natural com 8.95 m de profundidade por 3.75 m de diâmetro. Por cada litro de água salgada, obtém-se uma mineralização de 220g sendo 213.3g de cloreto de sódio, o que significa 96% da mineralização total. Daqui resulta que, a água do poço tem uma percentagem insignificante de outros sais de magnésio, apenas 0.49g por cada litro de água…

O processo de fabrico tem actualmente duas componentes, a artesanal e a industrial. Existe desde 1979 a Cooperativa Agrícola dos Produtores de Sal de Rio Maior que agrupa a maioria dos actuais proprietários, tendo como objectivo a comercialização de sal dos cooperantes e promover acções de apoio aos mesmos, na transformação da salmoura e seu aproveitamento.
A concentração de sal em armazéns construídos para o efeito, veio permitir a sua recolha e armazenagem em melhores condições, disponibilizando as "casinhas" de madeira para a comercialização de artesanato.





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Terça-feira, 10 de Junho de 2008
Dia de Portugal




10 JUNHO

Dia de Portugal, Camões e Comunidades

A anteceder este post, reportei-me a um Homem que desenvolveu e protegeu a cultura de Portugal, José Régio.
Neste dia para me lembrar dele, fui visitar a sua casa museu a Portalegre , estar mais perto da nossa cultura, da nossa Portugalidade, numa altura que também há portugueses a vibrar com façanhas de outros Portugueses lá para a Comunidade Helvética. Precisamos que se faça mais Portugal.
Viva Portugal!






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Segunda-feira, 9 de Junho de 2008
A Antiga Pensão 21 em Portalegre
A antiga pensão 21 em Portalegre tem um novo brilho, por causa do escritor, poeta, ensaista, dramaturgo, professor e coleccionador José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira, nasceu em Vila do Conde em 1901, fixou-se em Portalegre em 1927, depois ter de sido colocado como professor de Português e Francês no Liceu Mouzinho da Silveira. O seu legado de 34 anos de residência e trabalho em terras alentejanas, está bem vivo neste edificio.
A história de José Régio em Portalegre, começa quando aluga um quarto na pensão 21, edificio que já tinha funcionado como anexo do Convento de S.Brás, no século XVII, e quartel general quando das guerras peninsulares, e acabou por ser o hóspede único.
À medida que ia adquirindo novas peças para as suas colecções, o escritou foi alugando mais quartos, até que ficou sózinho na pensão 21.
Em 1965 vendeu a sua colecção de antiguidades à Câmara Municipal, tendo esta adquirido o edifício, que abriu como museu em 1971 com as colecções de escultura, pintura, mobiliário, metais e texteis que estão distribuidas por 17 salas de exposição permanente.
Na colecção de José Régio, destaque para a arte sacra e particularmente os 400 Cristos, estando em exposição cerca de 90, estes cristos são essencialmente representações de arte popular e feitos em madeira. A peça mais antiga é um Cristo do século XIV, que José Régio encontrou desmontado à porta de um sapateiro e era para ser queimado.
Segundo se conta, depois de montado e de o ter colocado numa parede da sua casa, nessa noite não conseguiu dormir, porque se levantou várias vezes para o apreciar.
Também em destaque, estão os pratos de faiança popular, conhecida por "ratinhos", trazidos pelos trabalhadores migrantes das beiras (zona de Coimbra), que vinham ceifar para o Alentejo e trajavam de cinzento, e aproveitavam para trocar por roupas e tecidos, os pratos de faiança que traziam.
Aconselha-se uma visita, que é conduzida por técnicas dedicadas, da autarquia de Portalegre, a esta casa museu, que outrora foi a Pensão 21


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publicado por aviajar às 17:59
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Terça-feira, 3 de Junho de 2008
A Posta Mirandesa - Finalmente!
Ingredientes:
1,2 kg de carne de vitela mirandesa; sal grosso, de preferência integral (sem substâncias quimicas).
Preparação:
O lume das brasas deve estar forte no inicio. As brasas incandescentes devem estar distribuidas de forma regular no fogareiro ou lareira de forma a proporcionarem uma distribuição uniforme do calor. A grelha deve ser colocada a uma altura de cerca de 10 cm das brasas.
A carne deve ser cortada em postas com uma espessura de 3 a 4 cm (cerca de 300 g por posta).
Coloque a carne na grelha sem tempero nenhum. Após esta operação, e caso o deseje, tempere com sal grosso.
Volte a carne, sem espetar, quando aparecerem pequenas pérolas de sangue na superfície superior. O tempo que a posta está na brasa depende do seu gosto pessoal, consoante prefira a carne bem ou mal passada.
Para conservar a suculência da carne, esta não pode ser picada. Ao voltar a posta, o lume deve estar forte, para que se crie uma crosta que impeça a saída dos sucos. Contudo, esta crosta não deve ser espessa, porque senão o calor penetra na carne de forma deficiente e a posta acaba por ficar queimada por fora e mal grelhada por dentro.
Acompanhamento: batata cozida com casca e salada.


A parte a vermelha do animal , é a que deve ser utilizada.


A Carne Mirandesa é produzida nas pastagens naturais com composição floristica própria do nosdeste transmontano, numa região que situa acima dos 500 metros de altitude.
Estas pastagens têm o nome de lameiros.
Os animais que produzem a Carne Mirandesa , são obrigatóriamente de Raça Mirandesa, pelo que têm que estar inscritos no Livro Genealógico de Raça.
Para garantir a genuidade desta carne, criou-se um sistema de controle e certificação, que visa assegurar a rastreabilidade da Carne Mirandesa.





















publicado por aviajar às 14:45
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Mirandês "hai lhénguas que to Is dies renácen"
La Lhéngua Mirandesa, doce cumo ua meligrana, guapa i capechana, nun yê de onte, detrasdonte ou trasdontonte mas cunta cun uito séclos de eijistência. Sien se subreponer a la "lhéngua fidalga i grabe" l Pertués, yê tan nobre cumo eilha ou outra qualquiêra. Hoije recebiu bida nuôba.Saliu de l absedo i de l cenceinho an que bibiu tantos anhos. Deixou de s'acrucar, znudou-se de la bargonha, ampimponou-se para, assi, poder bolar, strebolar i çcampar l probenir. Agarrou l ranhadeiro para abibar l lhume de l'alma i l sangre dun cuôrpo bien sano.Chena de proua, abriu la puôrta de la sue priêça de casa, puso fincones ne l sou ser, saliu pa las ourriêtas i preinadas.. Lhibre, cumo l reoxenhor i la chelubrina, yá puôde cantar, yá se puôde afirmar. A la par de l Pertués, a partir de hoije, yê lhuç de Miranda, lhuç de Pertual.
Texto de Apresentação do Projecto Lei de reconhecimento dos direitos linguísticos da Comunidade Mirandesa.Assembleia da RepúblicaLisboa, 17 de Setembro de 1998
Hai lhénguas que to Is dies se muorren i hai lhénguas que to Is dies renácen.

(Há línguas que todos os dias se vão e há línguas que renascem dia a dia.)

Há línguas que morrem com o povo que as usava. Outras morrem de desprezo, repúdio, vergonha e abandono. E há algumas línguas, raras e exangues, que apesar disso se refazem, dia a dia, pessoa a pessoa, quando o seu povo descobre o valor dos símbolos próprios. Ou quando os seus falantes descobrem que a língua é o que sempre os une e o que pode fazer chegar a sua unicidade ao mundo.

Hai lhénguas cun sous scritores i hai lhénguas de cuntadores.
(Há línguas com seus escritores e há línguas de contadores.)

Há línguas que têm uma copiosa e bela literatura, escrita desde antigos tempos e sempre renovada, e há línguas que só têm literatura oral, com seus poetas, contadores, cantadores, rezadores – também ela vinda de antigos tempos e sempre renovada. Uma língua não necessita de ter escrita para ser considerada língua, tal como a literatura não tem que ter letras gráficas para ser literatura. Em qualquer altura a literatura oral pode ser transcrita. Em qualquer altura os poetas da oralidade podem deixar de improvisar de viva voz os seus poemas, ou de cantá-los, ou de recitá-los, para passarem a escrevê-los. A escrita é um valor de memória, um instrumento mais de comunicação à distància e um símbolo de uma dada civilização. Para a classificação de um idioma como "língua institucional" interessa na medida em que, unificando diversas pronúncias, mostra que um certo números de falares têm um sistema comum que os une – representando esse sistema a própria língua.
Hai lhénguas cun sous scritores i hai lhénguas de cuntadores.
(Há línguas com seus escritores e há línguas de contadores.)
Hai lhénguas que son de muitos, i hai lhénguas que poucos úsan.
(Há línguas que são de muitos, e há línguas que poucos utilizam.)


publicado por aviajar às 14:12
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Segunda-feira, 2 de Junho de 2008
Pauliteiros de Miranda "Beilais cousas tan bonitas"!
A origem da dança dos pauliteiros não recebe unânimidade dos estudiosos que sobre ela se debruçaram. O Padre João de Almeida Morais Pessanha e mais autores atribuem a sua origem à clássica dança pírrica, guerreira por excelência. A dança mirandesa dos paulitos teria origem na dança pírrica dos Gregos, mas manifesta também vestígios de danças populares do sul de França e na dança das espadas dos Suiços na idade média. Os Romanos seriam os responsáveis pela propagação da dança pírrica a esta região.
Dr José Leite de Vasconcelos não aceita esta teoria, justificando que a dança introduzida em Roma e despois espalhada pelo império, nada teria em comum com a dança pírrica. Na dança pírrica, os dançantes, com armas e escudo de pau,simulavam o ataque e a defesa na batalha, usavam túnicas vermelhas, cinturões guarnecidos de aço e os capacetes dos músicos eram emplumados. Os bailadores colocavam-se em duas filas e dançavam ao som da flauta.
O abade de Baçal vê muitas semelhanças entre esta dança e a dança dos pauliteiros, tal como a substituição das túnicas pelas saias, o escudo pelo lenço sobre os ombros, os chapéus enfeitados e a utilização da flauta pastoril. A pr´pria evolução da dança, parece ter semelhanças em várias partes com persegição, luta, saltos e dança de vitória.





Os instrumentos musicais utilizados nas danças dos Pauliteiros são : O tamboril é um pequeno tambor que se toca com duas baquetes. A Gaita de Foles é a clássica gaita pastoril ou gaita galega, mais estridente. A Flauta Pastoril monotubular de três buracos, em mirandês fraita é tocada só com três dedos duma mão, o polegar, o indicador e o médio. As castanholas são feitas à navalha e enfeitadas com desenhos .
Há estudiosos que veêm nos trajes actuais, saias e chapéus enfeitados, coletes e laços de linho, o fato do soldado greco-romano embora estilizado .



Nas danças, an Pertugal,
Num sodes bós is pormeiros?
Fazeis Marabilhas no lhaços

Que outros chaman "Pauliteiros"!
Furun is Celtas quien pormeiro,
Antes serdes cristanos,
Trouxe la gaita i las danças
De palicos nas dues manos.

Aquanto la gaita toca,
Caixa i bombo repenican,
Dançadores anfeitados
Passaiges d'la bida imitan.
I esses trajos tan pimpones
I esses palicos nas manos
Lhembran tamien qualquier cousa
Guerreros griêgos, romanos...
Tambien nos bailes antigos,
Cun moços i cum mocicas
I anté cun biêlhos i biêlhas
Beilais cousas tan bonitas.

In "Miranda Yê La Mie Tiêrra"

José Francisco Fernandes



publicado por aviajar às 12:07
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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008
MIR ANDUL (Miranda do Douro)
Miranda do Douro é uma cidade rodeada pelo Parque Natural do Douro Internacional, tem raizes Celtas e foi ocupada por Romanos, no século VII os àrabes chamavam-na por "Mir Andul".
Pela sua localização fronteiriça D. Afonso Henriques, manda construir um castelo, do qual ainda se pode observar vestigios. Perduram ainda uma parte da Cidadela e algumas muralhas.
Pode-se admirar a Sé de grande envergadura, que foi edificada na segunda metade do século XVI. Na Sé Catedral conserva-se um magnifico orgão da época joanina.
Há também na Sé uma singularidade que é a ingénua imagem do Menino Jesus da Cartolinha, datado de meados do século XIX, mas que corporiza uma lenda que remonta à época da Guerra da Restauração (século XVII) durante a qual um rapazinho de espada em punho ( despois foi identificado por Menino Jesus) andou a percorrer as ruas da cidade atiçando a coragem dos seus moradores, para fazerem frente aos espanhois.
O Paço Episcopal, pouco depois de ser construido, foi vitima de incêndio em 1706, restando sómente o andar térreo com uma arcada.


Há a registar na rua da Costanilha, casas quinhentistas que se conservam em bom estado. Entre elas sobressai uma moradia toda em pedra com janelas geminadas e cachorros medievais esculpidos em granito.

A velha Casa da Câmara alberga o Museu da Terra de Miranda,criado em 1982 pelo padre António Mourinho.

Além desta riqueza cultural de Miranda do Douro há mais pontos de interesse tais como a lingua falada e escrita - Mirandês , o folclore através dos Pauliteiros com o seu traje típico de saias, que tem como acompanhamento musical a gaita de foles (herança da ocupação Celta) e no aspecto gartronómico há a celebre posta Mirandesa. Estes três pontos irão ser referidos noutros posts a publicar brevemente.



publicado por aviajar às 17:48
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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008
Miradouro Castelo Almourol
Castelo de Almourol foi levantado num afloramento de granito, que constitui esta pequena mas enigmática ilha com 310 metros de comprimento e 75 de largura, na freguesia de Praia do Ribatejo, no concelho de Vila Nova da Barquinha, no distrito de Santarém.
Não há certezas sobre o momento do lançamento da primeira pedra para o Castelo de Almourol. A pesquisa arqueológica remete para vestígios do tempo romano, no século I antes de Cristo. Especula-se mesmo sobre um muito mais antigo castro pré-histórico naquele lugar. O que é indiscutível é que, antes da Reconquista Cristã, Almourol foi fortim para alanos, visigodos e mouros.
Ao longo dos séculos, o Castelo de Almourol passou por sucessivas reedificações. O monumento que o visitante de hoje encontra está identificado como notável amostra da arquitectura militar da época dos Templários: tem a planta quadrangular delimitada por muralhas altas reforçadas por torres adossadas com uma mais altaneira torre de menagem. Uma placa epigráfica que encima o portão principal do castelo dá-nos a preciosa indicação de que as obras foram concluídas em 1171, sob a influência de Gualdim Pais, o quarto Grão-Mestre da Ordem dos Templários em Portugal. Era o tempo do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques (1112-1185). Sabe-se que o rei conquistador entregou o castelo à Ordem Templária, a quem estava atribuída a missão de povoamento dos territórios entre o Mondego e o Tejo, num tempo em que Coimbra era capital do reino.

O castelo tornou-se então um ponto nevrálgico do médio Tejo. Assumiu larga importância no comércio entre Lisboa e outros locais do território.
Concluída a conquista do que é hoje o território português, com a posterior extinção da Ordem do Templários (em 1311), o Castelo de Almourol foi transferido para a tutela da Ordem de Cristo.
Sabe-se que o grande terramoto de 1755 também abriu brechas em Almourol. O coroamento uniforme das muralhas por ameias e merlões fixa uma fase de reedificação em meados do século XIX. Data desse tempo a entrega do Castelo de Almourol ao encargo do Exército português.


Em 16 de Junho de 1910, o Castelo de Almourol recebeu por decreto régio a classificação de Monumento Nacional de Portugal. É, sem dúvida, uma maravilha de Portugal.




Junto à localidade de Arripiado ( pequena aldeia do concelho da Chamusca. Edificada em declive, predominando o branco e cheio de recantos floridos.), está implantado um miradouro que nos dá a panorâmica do Castelo de Almourol e se localiza na margem esquerdo do rio Tejo.

No Miradouro do Almourol estão incluidos edifícios, arranjos exteriores e mobiliário urbano, destacando-se a escultura da autoria de João Cutileiro "Guerreiro Templário", com 6 metros,que se impõem pela sua beleza e grandiosidade.


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publicado por aviajar às 12:22
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Terça-feira, 13 de Maio de 2008
Vila Flôr Terra Quente Transmontana
Situada no Distrito de Bragança, está a 700 metros de altitude,Vila Flôr está no coração da Terra Quente Transmontana, tem características próprias a nivel de climático e geológico. O clima varia um pouco, na zona montanhosa, onde predomina o frio no Inverno com neve e gelo, enquanto junto ao Tua e no Vale da Vilariça predomina um clima mais quente.No plano geológico o solo está numa zona transitória entre o Xisto (Tua e Vale da Milhariça) e o Granito (zona montanhosa).
Vila Flôr povoada desde a época do Bronze,teve Foral concedido por D.Diniz em 1286, (segundo a tradição D.Diniz, quando jovem , a caminho de Miranda ao visitar a sua noiva , Isabel de Aragão, para descansar da viagem parou nesta zona e devido à beleza do grande numero de flores campestres existentes na "Póvoa de Alèm " (primeiro nome deste zona com habitantes), rebaptizou-a por Vila Flôr.
Por volta de 1295 manda erguer em roda da vila, para protecção das imvasões vinda de Castela, uma muralha com cinco portas.
Restando actualmente só o arco de D.Diniz.
Os recursos monumentais são interessantes, tais como o Solar dos Aguilares, o Solar de Araújo Leite, o Solar dos Condes de Sampaio, Casa Residência Paroquial, o Solar dos Capitâes-Mores, o Solar dos Visconde Lemos, o Solar dos Lemos, o Solar e Brasão de Cid Leite Pereira, a Igreja Matriz.



Actualmente a ser utilizado como Biblioteca e Museu Municipal, está o Solar dos Aguilares. O Museu Drª Berta Cabral, fundado em 1958 por Raúl de Sá Correia, antigo secretário da Câmara Municipal e director do Museu até 1993,ano da sua morte. Antigo Solar dos Aguilares (primeiros donatários de Vila Flôr) e antigos Paços do Concelho, o edifício do século XIII, tem as suas armas reais na fachada principal e a flôr de Liz (simbolo da vila) e as armas dos Aguilares (duas àguias) na fachada do poente.


Vila Flôr tem como património paisagistico a vistar o complexo do Peneireiro com parque de campismo,parque merendas,barragem,um pequeno Zoo com espécies da zona (pombos,perdizes,galos,faisões,pavões e àguias), piscina.
Fraga do Ovo - Candoso (curiosidade da natureza - uma pedra permanece supensa e imóvel no meio de uma base granítica e tem a forma de um "Ovo"). Há também os Miradouros de Nossa Senhora da Lapa (Vila Flôr) e o de Nossa Senhora da Assunção (Vilas Boas) onde se posde vislumbrar panorâmicas impressionantes.










publicado por aviajar às 17:15
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Sexta-feira, 9 de Maio de 2008
ALDEIA DA LUZ (Mourão Alentejo)
A antiga Aldeia da Luz,cuja origem remonta ao período Paleolítico e Neolítico,foi considerada, o impacto social mais significativo da construção da Barragem do Alqueva, foi desmantelada e maioritáriamente submersa pela albufeira do Alqueva.
A nova Aldeia da Luz construida de raiz (ano 2002) a dois quilómetros da antiga, com a preocupação da manutenção dos traços e bens patrimoniais anteriores.

Também foi construido (Novembro 2003) um museu Arqueológico e Etnográfico com achados datados desde a Idade do Ferro e está dedicado às Tradições, Hábitos e Costumes da antiga Aldeia da Luz.
A aldeia está equipada com uma Praça de Touros, de Lavadouro público que tem a função de Miradouro com vista sobre a Barragem do Alqueva.

A Aldeia da Luz inaugurou a 25 de Abril 2008, uma Área de Serviço e Pernoita para Autocaravanas. Esta infra-estrutura permite que a aldeia esteja ao nível do que há na Europa para receber os turistas que se deslocam em autocaravana. As Áreas de Serviço para Autocaravanas, além de contemplarem o estacionamento dos veículos, permitem o abastecimento de água potável e o despejo dos depósitos de águas residuais, cumprindo com toda a eficiência os compromissos de preservação do meio ambiente. Através de uma proposta do Portal CampingCar Portugal, a Junta de Freguesia da Aldeia da Luz abraçou este projecto, acolhendo da melhor forma a permanência destes turistas.

Em toda a área encontram-se diversas estações arqueológicas de diferentes períodos, algumas delas dadas aconhecer através da construção da barragem.


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