Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009
Dia de Reis
Esta nossa viagem realizou-se no segundo dia de 2009, depois da revellion, começamos por subir a serra do caldeirão,que divide o litoral algarvio da planicie alentejana, rumamos até Monsaraz, é uma vila que cresce sobre uma colina, protegida por um castelo, do século XIV. É uma localidade que fala de história, é muito apreciada pela grandiosidade e preservação das suas muralhas, do castelo e da sua arte e cultura.
Monsaraz é um Património Nacional de Portugal.
Quando chegamos estava nevoeiro e com a iluminação transformou esta zona ainda mais bonita , com este ambiente, tomamos o ensejo de falar do dia de reis com os registos fotográficos, que fizemos do presépio que nos acompanha pelas suas ruas.

O dia 6 de Janeiro para os católicos,


é o dia para a adoração aos Reis Belchior, Baltazar e Gaspar, que se tornaram santos.


Cuja tradição surgiu no século VIII.


Nesta data encerram-se para os católicos

os festejos de Natal,


São desarmados os presépios e retirados os enfeites natalícios.


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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009
O Algarve não é só praia
Pelo segundo ano consecutivo fomos passar a réveillon a Portimão,

o programa contava com a participação do grupo ''Les Farfadais'' que se dedica a arte do circo numa nova tendência.


Um espectáculo de uma grande plástica com os aparatos suspensos por uma grua a 10 metros do chão. mistura entre fantasia e sonho, numa concepção baseada no universo do mitológico e do fantástico.
À meia-noite o fogo-de-artifício Sinfonia de Cores inundou os céus do concelho de Portimão, com milhares de disparos de três pontos distintos: zonas ribeirinhas de Portimão e de Alvor e Praia da Rocha.

Portimão continua a ser uma povoação amiga dos autocaravanistas,
pernoitamos na zona ribeirinha juntamente com outros companheiros .

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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008
Óbidos Vila Natal,Vila Museu,Vila Medieval


Este ano, tendo como mote O Quebra-Nozes uma peça do ballet clássico, que nos conta a história de uma menina que na noite de Natal, recebe um quebra-nozes em figura de soldado e com ele sonha aventuras em reinos encantados, está a decorrer em Óbidos desde 29 Novembro e prolongando-se até 4 de Janeiro, uma actividade denominada Óbidos Vila Natal , (ver programa em) http://www.obidosvilanatal.pt/.
Se for ver esta actividade, não deixe de conhecer também os seguintes locais:
· Igreja de São João Batista (antiga capela de São Vicente), fundada pela rainha Stº Isabel em 1309 e ampliada no século XVI. Actualmente está o Museu Paroquial de Óbidos .

· Igreja de São Pedro edificada no século XIII-XIV, após o terramoto de 1755,foi reconstruída. Há nesta igreja um retábulo em talha dourada.


· Capela de São Martinho uma capela gótico tumular de 1331.


· Igreja da Misericórdia fundada pela rainha D. Leonor no século XVI com um espólio artístico importante.
· Antigos Paços do Concelho actualmente readaptado em Museu de Abílio Matos e Silva. Foi construído no século XVI, foi Paços do Concelho, Julgado Municipal e Cadeia. Museu Municipal em 1970.
· Igreja Santa Maria igreja matriz erigida no século XII e reconstruída no século XVI. Tem tumulo renascentista de D. João de Noronha, um retábulo de Santa Catarina de autoria de Josefa dÓbidos e está revestida a azulejos barroco.
· Solar da Praça de Santa Maria que é um Museu num edifício do século XVIII.



· Santuário do Senhor da Pedra importante construção barroca, e cruz de pedra paleo-cristã, este edifício está situado fora das muralhas da vila.



Caminhando pelas ruas de traçado medieval de Óbidos, deparamo-nos quase sempre em cada passada, vestígios de diversas civilizações.
Além da herança natural de outras épocas, Óbidos, vila milenar, hoje é um dos principais pontos de interesse de Portugal, a merecer a nossa visita nesta data ou noutra oportunidade.
Boa visita.


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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008
Núcleo do Bordado NISA
Situado entre a Porta da vila e a praça do Município, fica o Núcleo do Bordado, enquadrado no Centro de Promoção Transfronteiriço de Artesanato e Produtos Tradicionais, criado no âmbito da parceria Activartes, constituído pelos Municípios de Vila Velha de Ródão, Nisa e Deputacion de Badajoz.



Rendas e Bordados

Como nos foi explicado pela funcionária Ana (atenciosa e competente), as raparigas antigamente começavam muito jovens a preparar o enxoval e as peças bordadas tinham duas funções: uma para uso próprio e a outra para vender e com o dinheiro obtido na venda, era utilizado para construir casa.

Alinhavados

Bordado a branco, misto de fios contados e de crivo. Têm e a particularidade de deixar em aberto o fundo do desenho, para que são retirados da trama do pano de linho os fios necessários, sendo os restantes guarnecidos a pontos ornamentais de crivo.Só o crivo de Nisa é enrolado.


Aplicações em feltro
São os tradicionais cobertores de feltro com a faixa ao fundo, as saias da camilha e centros de mesa, é uma das mais antigas formas de bordar.


Também estão para observação, Coberjões ou Cobertores Bordados, Xailes Bordados, Rendas de Bilros.

O Núcleo do Bordado a funcionar desde 2004 num edifício adquirido pela Câmara Municipal na rua Francisco Miguéns, pretende de uma forma ligeira apresentar alguns tipos de bordados enquadrados com alguns utensílios relacionados com a produção dos mesmos e a apresentação de algumas peças no seu “habitat”, ou seja no quarto e uma cozinha tradicional, composta de variadíssimos utensílios.


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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
A propósito de um Trapeço
Na ultima viagem, «Proença-a-Nova - 2º Feira do Filhós e dos Coscoreis» , «Nisa - visita centro histórico e Nucleo do Bordado do Centro Transfronteiriço de Artesanato e Produtos Tradicionais de Nisa» e «Estremoz- 16ª edição da Cozinha dos Ganhôes», fizemos a aquisição deste objecto de artesanato conhecido por Trapeço.

Trapeço -Assento de cortiça


O que é a cortiça?

A cortiça é a casca do sobreiro (Quercus Suber L),
uma árvore nobre com características muito especiais e que cresce nas regiões mediterrânicas como Espanha, Itália, França, Marrocos, Argélia e, sobretudo, Portugal, onde existem mais de 720 mil hectares de montado de sobro.
É uma árvore espantosa, de grande longevidade e com uma enorme capacidade de regeneração. Consegue viver em média 150 a 200 anos, apesar dos muitos descortiçamentos que lhe fazem ao longo da sua existência: cerca de 16 intercalados por períodos de nove anos.
A cortiça possui qualidades únicas, inigualáveis e que até hoje nenhum engenho humano conseguiu imitar ou ultrapassar:
1. muito leve
2. impermeável a líquidos e a gases
3. elástica e compressível
4. um excelente isolante térmico e acústico
5. combustão lenta
6. muito resistente ao atrito
Mas é, acima de tudo, um material cem por cento natural, reciclável e biodegradável, três atributos imprescindíveis numa sociedade como a actual que se deseja cada vez menos poluída e amiga do ambiente.

História da cortiça

Apesar das suas múltiplas utilizações, há séculos que o mais fiel embaixador da cortiça no mundo é a rolha natural.

No ano 3000 a.C, a cortiça já era utilizada na China, no Egipto, na Babilónia e na Pérsia para fabrico de aparelhos destinados à pesca.
Em Itália encontraram-se vestígios datados do século IV a.C, de vários artefactos como bóias, tampas para tonéis, sapatos de mulher e telhados de casas.
Vinho e cortiça são dois produtos que há muito se complementam. Assim o prova uma ânfora datada do século I a.C e encontrada em Efeso: não só estava vedada com uma rolha de cortiça como ainda continha vinho.
Mais tarde, já no século I, o conhecido naturalista romano Plínio faz uma nova e extensa referência ao sobreiro na sua célebre História Natural. Explica que na Grécia este era adorado como símbolo da liberdade e da honra, razão pela qual só os sacerdotes o podiam cortar. Também na mesma obra pode ler-se que o sobreiro costumava ser consagrado ao Deus olímpico Júpiter e que as suas folhas e ramos serviam para coroar os atletas vencedores. Já em Pompeia, a cidade romana destruída pela brutal irrupção do Vesúvio, foram encontradas ânforas de vinhos vedadas com cortiça.

Portugal pode orgulhar-se de ter sido pioneiro em matéria de legislação ambiental, pois as primeiras leis agrárias que protegem os montados de sobro surgem no início do século XIII, em 1209. Mais tarde, durante as Descobertas, os construtores das naus e caravelas portuguesas que partiram à descoberta de novos mundos, utilizavam a madeira de sobreiro no fabrico das partes mais expostas às intempéries. Defendiam que o “sôvaro”, como então se dizia, era o que havia de melhor para o liame das naus: além de super
resistente,jamais apodrecia.
Mas o princípio da exploração sistemática dos grandes sobreirais que caracterizam a Península Ibérica e que ainda hoje subsistem na Catalunha e em Portugal, só se dá a partir do século XVIII, quando a produção de rolhas de cortiça se torna o principal objectivo.
Durante o século XIX, a França, a Itália e a Tunísia resolvem aderir à exploração sistemática dos montados de sobro e países tão diferentes como a Rússia ou os Estados Unidos dão também início ao plantio destas árvores. Este será um século marcado pelo enorme desenvolvimento da indústria rolheira: no Reino Unido é patenteada a primeira máquina de fabricação de rolhas, surgem os novos equipamentos auxiliares como as máquinas para as contar e calibrar e, pela primeira vez, utilizam-se novas aplicações industriais para
a cortiça como o aglomerado simples ou branco para parquet descoberto pelos americanos. Já nos últimos anos, em Reims, França, inicia-se o fabrico de rolhas de duas peças de cortiça natural coladas.
No século seguinte, a indústria corticeira dos vários países produtores investe cada vez mais em inovação e desenvolvimento lançando para o mercado produtos variados
. Alguns anos mais tarde, são registadas patentes para a utilização da cortiça em correias de transmissão e em pneus e, durante a Segunda Guerra Mundial, este material passa a ser utilizado em
múltiplos equipamentos militares.
Nos anos cinquenta, uma empresa americana produz os primeiros ladrilhos de cortiça aglomerada para revestimento coberto com película vinílica.
Por fim, tudo indica que no século XXI, a cortiça voltará a gozar o respeito e a admiração que os gregos e os romanos lhe devotavam enquanto matéria-prima nobre e multifuncional
. Cada vez mais, novas gerações de artistas procuram criar objectos do quotidiano - artefactos de mesa, de cozinha, de lazer, mobiliário…- a partir de “frutos da terra”, materiais cem por cento naturais e que contribuam para a sustentabilidade ambiental.
Em Portugal, por exemplo, o aproveitamento das potencialidades da cortiça tem vindo a crescer de forma exponencial. Recentemente, foi apresentado ao mercado uma inovação absoluta: um banco de automóvel com o assento feito em cortiça que reduziu para metade o seu volume e tornou-o três vezes mais leve que os bancos tradicionais.

Produtos de cortiça









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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008
Cozinha dos Ganhões-Conclusão
Imagem da animação, no domingo dia 30, cerca das 16 horas e presenciado pelo autor deste blog.
Foi bonita a festa.

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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Estremoz Cozinha dos Ganhões
A gastronomia faz parte do Património Cultural Português e da matriz da Identidade alentejana.Na cozinha alentejana estão bem presentes os sabores associados à utilização dos produtos da natureza, que foram passados de geração em geração.





O Que é um Ganhão ?

Categoria de trabalhador agrícola cuja hierarquia difere de região para região. No distrito de Portalegre corresponde ao homem que se ocupa de serviços de lavoura não especializados, tais como; lavrar com bois, que são guardados e tratados por outro homem denominado “boieiro”; cavar moitas; carregar os molhos de cereal nos carros; etc. O Ganhão aqui é, por assim dizer, um trabalhador de pouca categoria que actua debaixo das ordens de um capataz conhecido por abegão. No distrito de Évora, chama-se Ganhão ao que no de Portalegre se dá o nome de abegão e designa-se por moço de lavoura o que nesse mesmo distrito de Portalegre se denomina Ganhão.”
Fonte:A.J. SARDINHA DE OLIVEIRA


Verbo Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura








Ganhões eram os moços da lavoura e de outros serviços, como cavas, acarretos, eiras, etc. A colectividade que os agrupava denominava-se por ganharia ou malta. Muitas vezes existiam rapazes de 14 a 16 anos, que só se consideravam ganhões depois de lavrarem toda uma época de uma sementeira outonal.
Entre os ganhões de uma casa havia duas categorias: os de “pensão” (anuais, que se acomodavam por muito tempo e que, por vezes, eram encarregados interinos) e os “rasos” (eram temporários, de poucos dias). O ganhão raso era simplesmente máquina de trabalho, ganhava pouco e era constantemente fiscalizado.
A “casinha dos Ganhões” era o dormitório, a casa de descanso dos ganhões ou dos moços da lavoura, que constituíam a ganharia. Como se pode supor, tem semelhanças com as casernas dos soldados. Na maioria dos casos era uma casa ampla que acomodava vinte a trinta homens. Todas elas tinham sempre uma lareira espaçosa, num dos cantos ou no centro, que era por eles designada de chaminé. As paredes eram caiadas de branco, mas na sua maior parte estavam enegrecidas do fumo da lareira. Era aí que se juntava a criadagem nos serões, sentados nos burros (bancos rústicos de pernadas de azinheira) aquecendo-se e enxugando-se das chuvadas que sofriam durante o dia. As tarimbas erguiam-se em redor das paredes, formadas por leitos de carros velhos, portas inutilizadas, tábuas, etc., revestidas com rama de piorno, giesta e palha. A copa (vestuário), safões, chapéus, esteiras e calçado amontoavam-se, sem que mão bondosa se lembrasse de os arrumar. Mas para os ganhões estava tudo bem. O arranjo, a compostura e a limpeza eram para as mulheres e para as suas casitas de vila ou aldeia.
As noites eram divertidas. A maioria eram rapazes novos, cheios de vida e sem grandes preocupações. Faziam simulações de touradas, jogos de brincadeiras para logro dos novatos e dos mais velhos que, já cansados, rejuvenesciam e recordavam as partidas que eles mesmos já haviam feito e das quais tinham saudades. Noutras noites os papéis invertiam-se, eram os mais velhos que distraíam os mais novos, tomando ares de superioridade paternal. Propunham adivinhas, recitavam décimas, narravam contos e episódios de guerra ao ponto dos moços exclamarem:”Caramba rapazes! Sempre o tio fulano sabe muito!... É poço sem fundo! Não sei como lhe cabe na cabeça tanta coisa!!! Se fosse homem de letras era doutor!...''




Os Ganhões, grupo coral de Castro Verde,



durante a sua actuação no decorrer da Planicíe Mediterrânica

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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
Portugal Tradicional
O projecto Portugal Tradicional, que teve a sua inspiração em experiências francesas homólogas de aproximação dos autocaravanistas às explorações agrícolas, pecuárias e especialmente de produção de vinhos. A modalidade adoptada pelo Portugal Tradicional , pretendeu-se mais informal, isto é, os utilizadores não necessitarão de qualquer inscrição prévia ou quotização. Pretende-se deste modo proporcionar a junção entre o autocaravanismo e os espaços genuínos do nosso país. Estes espaços são: quintas agrícolas, produtores de vinhos, criadores de animais, complexos de produção de artesanato, associações e projectos de desenvolvimento local, etc...



Apresenta-se deste modo uma variante turística caracterizada pela mobilidade, a gentes e locais que anseiam pela presença de visitantes, com quem possam conviver e mostrar os seus produtos. Este tipo de fórmula de dinamização do autocaravanismo em conjunto com os espaços rurais tem uma clara aceitação em França, através das fórmulas France Passion e Bienvenue à la Ferme. Estas redes de locais de paragem já contam com mais de 1300 espaços aderentes, e com um percurso que já conta mais de 15 anos repletos de sucesso.

Este projecto é o resultado de um convénio entre o Portal CampingCar Portugal (
http://www.campingcarportugal.com/) e a ANIMAR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local (http://www.animar-dl.pt/). Conseguiu-se assim uma junção de duas vertentes distintas mas bastante próximas, isto é, por um lado apresenta-se o autocaravanismo como componente turística potencial, e por outro, apresenta-se o interior do país, que anseia por visitantes e factores de dinamização local.

O interior característico de Portugal apresenta-se cada vez mais como uma alternativa ao turismo de massas. É esta faceta que atrai um número significativo de autocaravanistas, portugueses e estrangeiros, que percorrem o nosso país durante todo o ano, sem influências da sazonalidade. Esta actividade turística envolve estatísticas impressionantes, ao nível do elevado crescimento anual que se verifica no número de adeptos.




Este é o endereço do sitío deste projecto de muito interesse para os autocaravanistas.
http://www.tradicional.campingcarportugal.com/



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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
A Catedral da Beira ( S. Gião)
Em termos geográficos, localiza-se a uma altitude de 704m na zona de Pinhal Interior Norte, uma subregião da Região Centro. Encontra-se no Vale do Alva, é um vale escavado pelo Rio Alva, afluente do Rio Mondego, bem como entre as ribeiras de Vide e de Alvoco (afluente, por sua vez, do Rio Alva). Sito na confluência da Serra da Estrela e da Serra do Açor, fazendo parte do Parque Natural da Serra da Estrela. Encontra-se na fronteira Este do distrito de Coimbra . É a freguesia mais a Este do Concelho e do Distrito.
Dista, sensivelmente, da sede de
Concelho (Oliveira do Hospital) 10km e da sede do distrito (Coimbra) 84km, ficando a cerca de 300km da capital (Lisboa).

A Catedral das Beiras é a Igreja Matriz da freguesia de São Gião.
Que foi construída em
1795, nos tempos de D. Maria I, tendo a fachada sido reconstruída no início do século XX devido à sua derrocada.


O seu estilo é barroco, sendo o tecto composto por 102 painés, atribuídos a Pascoal Parente, um italiano então a residir em Coimbra.
Os retábulos ostentam talha dourada e foram atribuídos por António Neves ao grande entalhador e escultor da Beira, José da Fonseca Ribeiro e serão das últimas duas décadas do século XVIII.


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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008
Aldeias de Xisto - Aldeia de Candal
No fim de semana 30 e 31 de Agosto, para "queimar" os ultimos dias de Agosto, sinónimo do fim do Verão, visitamos a Beira Interior, por povoados que se esforçam, para que a desertificação não aconteça.
Vila de Rei , Sertã (o Jardim e o aproveitamento do rio muito agradável),
Pedrogão Grande ( Barragem do Cabril), Castanheira de Pera ( A praia fluvial da Roca, grande aposta do Municipio, a mostrar que no nosso país há projectos de qualidade), Lousã ( as aldeias de Xisto), Miranda do Corvo (onde almoçamos a célebre chanfana), Ansião e Abiúl (com a praça de touros mais antiga de Portugal -1561?-).


Neste périplo, fazendo a ligação pela serra da Lousã , entre Castanheira de Pera e Lousã, e situada na estrada nacional, passamos pela Aldeia de Candal (uma das 24 Aldeias do Xisto distribuídas pela Região Centro, do programa de restauro e habitabilidade das aldeias serranas), Candal está habituada a receber visitantes. que são recompensados ao subir as suas ruas, com o casario de xisto recuperado, temos uma belíssima vista sobre o vale , que é refrescada ,

pela Ribeira do Candal, na qual foi construida uma original e bonita piscina de Xisto .


Candal é muitas vezes considerada a mais desenvolvida das aldeias serranas e uma das mais visitadas. Beneficiado pela acessibilidade privilegiada que lhe proporciona a Estrada Nacional.

Estamos com desejo para visitar as restantes aldeias de Xisto, numa próxima oportunidade.

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