Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Estremoz Cozinha dos Ganhões
A gastronomia faz parte do Património Cultural Português e da matriz da Identidade alentejana.Na cozinha alentejana estão bem presentes os sabores associados à utilização dos produtos da natureza, que foram passados de geração em geração.





O Que é um Ganhão ?

Categoria de trabalhador agrícola cuja hierarquia difere de região para região. No distrito de Portalegre corresponde ao homem que se ocupa de serviços de lavoura não especializados, tais como; lavrar com bois, que são guardados e tratados por outro homem denominado “boieiro”; cavar moitas; carregar os molhos de cereal nos carros; etc. O Ganhão aqui é, por assim dizer, um trabalhador de pouca categoria que actua debaixo das ordens de um capataz conhecido por abegão. No distrito de Évora, chama-se Ganhão ao que no de Portalegre se dá o nome de abegão e designa-se por moço de lavoura o que nesse mesmo distrito de Portalegre se denomina Ganhão.”
Fonte:A.J. SARDINHA DE OLIVEIRA


Verbo Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura








Ganhões eram os moços da lavoura e de outros serviços, como cavas, acarretos, eiras, etc. A colectividade que os agrupava denominava-se por ganharia ou malta. Muitas vezes existiam rapazes de 14 a 16 anos, que só se consideravam ganhões depois de lavrarem toda uma época de uma sementeira outonal.
Entre os ganhões de uma casa havia duas categorias: os de “pensão” (anuais, que se acomodavam por muito tempo e que, por vezes, eram encarregados interinos) e os “rasos” (eram temporários, de poucos dias). O ganhão raso era simplesmente máquina de trabalho, ganhava pouco e era constantemente fiscalizado.
A “casinha dos Ganhões” era o dormitório, a casa de descanso dos ganhões ou dos moços da lavoura, que constituíam a ganharia. Como se pode supor, tem semelhanças com as casernas dos soldados. Na maioria dos casos era uma casa ampla que acomodava vinte a trinta homens. Todas elas tinham sempre uma lareira espaçosa, num dos cantos ou no centro, que era por eles designada de chaminé. As paredes eram caiadas de branco, mas na sua maior parte estavam enegrecidas do fumo da lareira. Era aí que se juntava a criadagem nos serões, sentados nos burros (bancos rústicos de pernadas de azinheira) aquecendo-se e enxugando-se das chuvadas que sofriam durante o dia. As tarimbas erguiam-se em redor das paredes, formadas por leitos de carros velhos, portas inutilizadas, tábuas, etc., revestidas com rama de piorno, giesta e palha. A copa (vestuário), safões, chapéus, esteiras e calçado amontoavam-se, sem que mão bondosa se lembrasse de os arrumar. Mas para os ganhões estava tudo bem. O arranjo, a compostura e a limpeza eram para as mulheres e para as suas casitas de vila ou aldeia.
As noites eram divertidas. A maioria eram rapazes novos, cheios de vida e sem grandes preocupações. Faziam simulações de touradas, jogos de brincadeiras para logro dos novatos e dos mais velhos que, já cansados, rejuvenesciam e recordavam as partidas que eles mesmos já haviam feito e das quais tinham saudades. Noutras noites os papéis invertiam-se, eram os mais velhos que distraíam os mais novos, tomando ares de superioridade paternal. Propunham adivinhas, recitavam décimas, narravam contos e episódios de guerra ao ponto dos moços exclamarem:”Caramba rapazes! Sempre o tio fulano sabe muito!... É poço sem fundo! Não sei como lhe cabe na cabeça tanta coisa!!! Se fosse homem de letras era doutor!...''




Os Ganhões, grupo coral de Castro Verde,



durante a sua actuação no decorrer da Planicíe Mediterrânica

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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
Portugal Tradicional
O projecto Portugal Tradicional, que teve a sua inspiração em experiências francesas homólogas de aproximação dos autocaravanistas às explorações agrícolas, pecuárias e especialmente de produção de vinhos. A modalidade adoptada pelo Portugal Tradicional , pretendeu-se mais informal, isto é, os utilizadores não necessitarão de qualquer inscrição prévia ou quotização. Pretende-se deste modo proporcionar a junção entre o autocaravanismo e os espaços genuínos do nosso país. Estes espaços são: quintas agrícolas, produtores de vinhos, criadores de animais, complexos de produção de artesanato, associações e projectos de desenvolvimento local, etc...



Apresenta-se deste modo uma variante turística caracterizada pela mobilidade, a gentes e locais que anseiam pela presença de visitantes, com quem possam conviver e mostrar os seus produtos. Este tipo de fórmula de dinamização do autocaravanismo em conjunto com os espaços rurais tem uma clara aceitação em França, através das fórmulas France Passion e Bienvenue à la Ferme. Estas redes de locais de paragem já contam com mais de 1300 espaços aderentes, e com um percurso que já conta mais de 15 anos repletos de sucesso.

Este projecto é o resultado de um convénio entre o Portal CampingCar Portugal (
http://www.campingcarportugal.com/) e a ANIMAR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local (http://www.animar-dl.pt/). Conseguiu-se assim uma junção de duas vertentes distintas mas bastante próximas, isto é, por um lado apresenta-se o autocaravanismo como componente turística potencial, e por outro, apresenta-se o interior do país, que anseia por visitantes e factores de dinamização local.

O interior característico de Portugal apresenta-se cada vez mais como uma alternativa ao turismo de massas. É esta faceta que atrai um número significativo de autocaravanistas, portugueses e estrangeiros, que percorrem o nosso país durante todo o ano, sem influências da sazonalidade. Esta actividade turística envolve estatísticas impressionantes, ao nível do elevado crescimento anual que se verifica no número de adeptos.




Este é o endereço do sitío deste projecto de muito interesse para os autocaravanistas.
http://www.tradicional.campingcarportugal.com/



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publicado por aviajar às 18:51
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Encontro de Autocaravanistas Bloguistas
Comunicado das Conclusões do I encontro de Autocaravanistas Bloguistas

DECLARAÇÃO DE ALENQUER

Os participantes presentes, no “I Encontro de Cyber Autocaravanistas Bloguistas”,
reunidos em Alenquer em 22 de Novembro de 2008:
I-Congratulam-se com o desenvolvimento do autocaravanismo, modalidade de turismo itinerante, quer entre os portugueses, quer entre os estrangeiros, expresso nas crescentes visitas a Portugal.
II-Consideram dever estudar o desenvolvimento do autocaravanismo, entendido como uma forma legitima de turismo itinerante, para que possa ser valorizado pelas autoridades públicas e não ser discriminado negativamente, bem como defendem a criação de melhores condições de estacionamento das autocaravanas, junto dos centros urbanos e na proximidade de locais de interesse turístico e cultural.
III-Registam a espontaneidade, maioritariamente favorável, de uma emergente opinião pública civicamente responsável e identificada com o tema do autocaravanismo que pratica e divulga os princípios do Respeito Mútuo aprovados:
Respeitar a natureza e o património cultural.Evitar a formação de concentrações de ACs.Só estacionar em lugares apropriados.Privilegiar o comércio tradicional local.Estar e ser discreto e cortês com todos.Inter-agir amigavelmente com o próximo.Tentar cumprir e manter estes princípios.Observar sempre o bom senso e bom gosto.
IV-Saúdam todos os autocaravanistas
conscientes, que pela prática, conforme as regras de ética e comportamento adoptadas internacionalmente e também entre nós, que constituem valores de referência exemplar para a divulgação e aceitação generalizada do autocaravanismo, designadamente pelos efeitos benéficos na correcção da sazonalidade, e valorização dos recursos turísticos culturais do interior.
V-Manifestam o seu compromisso
e disponibilidade para através dos conteúdos que elaboram ou divulgam nos meios ao seu alcance, intensificarem a valorização de textos favoráveis ao autocaravanismo itinerante, para melhor acessibilidade à informação objectiva, quer por parte do público em geral e autocaravanistas, quer por parte da comunicação social, quer ainda para obtenção das autarquias locais da criação de parques de estacionamento e pernoita, com estações de serviço de apoio às autocaravanas.
VI-Resolvem ainda,
a) Constituírem-se em Net work informal de intercâmbio de informações relevantes para o autocaravanismo com vista a no seu conjunto apoiarem a criação de um Observatório não Governamental para o Autocaravanismo Itinerante ONGAI.
b) Estabelecer que a adesão ao CAB, através de um representante, está aberta a todos os espaços na internet (blogues, fóruns, websites…) que o desejem.
c) Exortar os autocravanistas a uma maior intervenção pública e cívica na divulgação do autocaravanismo.
VII-Declaram que adoptam
uma estrutura informal de associação aberta, sem personalidade jurídica, nem fins lucrativos, de tipologia informal, sob a denominação de “CAB – Circulo de Autocaravanistas da Blogo–Esfera” e que
a) disporá de um espaço Web próprio identificado pelo logótipo adoptado,b) reunirá em principio quadrimestralmentec) e designam para coordenar os destinos do CAB no próximo ano:
- Diogo Ferreira (Blog MIDAP)- Luís Decarvalho (Blog Newsletter)- Rui Narciso (Portal Papa Léguas)


publicado por aviajar às 18:40
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
Kinderdijk Património Histórico-Cultural da Humanidade
Post sobre património mundial
Quando se pensa na Holanda, algumas imagens vêm à mente:
é a terra das tulipas, a terra das bicicletas e ciclovias , mas entre todas é a terra dos moinhos.



Por se encontrar abaixo do nível do mar, a luta contra a água tem acompanhado a história da Holanda (também conhecido por Países Baixos) como um fio condutor.
Quase um quarto da Holanda, uma área que abriga cerca de sessenta por cento da população, está abaixo do nível do mar. Grandes extensões do território foram conquistadas a zonas onde, antigamente, só existia água.


Além disso, ao longo dos anos, foram realizadas importantes obras hidráulicas, para controlar a gestão hídrica da Holanda


Neste propósito diz-se o seguinte


«Deus criou o Mundo, e o holandés a Holanda»

Kinderdijk é o maior conjunto de moinhos existente na Holanda. São 19 moinhos construídos nas primeiras décadas do século XVIII.
Em 1997, a Unesco classifica o lugar, tornando-o Património Histórico-Cultural da Humanidade. Os moinhos eram usados, nesta região, para retirar água da chuva que alagava a terra. Funcionava como uma bomba de água que levava o excesso para o rio principal, drenando assim o terreno.
Em 1953, foram desactivados e hoje são uma atracção turística. O conjunto de moinhos de Kinderdijk pode ser apreciado durante uma caminhada tranquila ou por um passeio de bicicleta ou um passeio de barco, num serviço de aluguer existente no local.
Algumas famílias vivem dentro dos moinhos e têm no quintal a criação de alguns animais e uma pequena plantação. Durante o verão, um dos moinhos fica aberto para visita.


Os moinhos de vento foram bastante importantes no desenvolvimento económico da Holanda.
Os
moinhos também eram usados para moer grãos e na produção industrial de óleo. Na Holanda foram desenvolvidos moinhos especiais para serrar madeira que eram usados na indústria náutica.



O primeiro moinho foi construído em 1407, próximo à cidade de Alkmaar.


Foram justamente esses moinhos dos pôlders (terras conquistadas ao mar) , que foram surgindo em grandes números pelo interior do país, que compuseram a paisagem mais característica da Holanda, dando-lhe até o apelido de "o país dos moinhos de vento". Mas, com o aparecimento no século XIX de dois moinhos à vapor e maquinarias próprios, a maior parte dos moinhos foi perdendo a sua função, terminando assim a importância que tinham até este momento.


Actualmente, existem ainda cerca de 1050 moinhos de ventos e 100 moinhos de água na Holanda. Dos primeiros, 400 são moinhos situados em pôlders. Os outros, são para moer grãos, serrar madeira.


publicado por aviajar às 09:03
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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008
Schloss Neuschwanstein (O Castelo de Luis II da Baviera)
A concepção do edifício foi esboçada por Luís II da Baviera numa carta a Richard Wagner, datada de 31 de Maio de 1868;






"É minha intenção reconstruir a ruína do velho castelo em Hohenschwangau, próximo do desfiladeiro de Pollat, no verdadeiro espírito dos velhos castelos dos cavaleiros alemães (...) a localização é a mais bela que alguém pode encontrar, sagrada e inacessível, um templo digno para o divino amigo que trouxe a salvação e a verdadeira benção ao mundo."

Foi construido por Luís II da Baviera no século XIX, inspirado na obra de seu amigo e protegido, o grande compositor Richard Wagner. A arquitectura do castelo possui um estilo fantástico, o qual serviu de inspiração ao "castelo da Cinderela", símbolo dos estúdios Disney. Apesar de não ser permitido fotografar o seu interior, é um dos edifícios mais fotografados da Alemanha e um dos mais populares destinos turísticos europeus, além de também ser considerado o "postal" da Baviera.

O nome Neuschwanstein significa "novo cisne de pedra", uma referência ao "cavaleiro do Cisne" Lohengrin, da ópera com o mesmo nome.
Apesar do seu aspecto medieval, a construção do Schloss Neuschwanstein requereu a moderna tecnologia da época, sendo o castelo uma maravilha dos acabamentos da tecnologia estrutural. Engenhos a vapor e eléctricos, ventilação moderna e canalizações de aquecimento fazem, todos eles, parte da estrutura.


A vizinha
Marienbrücke (Ponte de Maria) sobre o desfiladeiro Pöllat, assim chamada em homenagem a Maria da Prússia
, providencia uma estupenda vista das fachadas do Schloss Neuschwanstein.
Está previsto que o Schloss Neuschwanstein apareça nas moedas comemorativas de 2€ da série dosEstados Federados da Alemanha, em 2012.

Em 2007, foi finalista na selecção das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

Luís II, rei da Baviera nascido em 1835, em Munique, como primeiro filho de Maximiliano II da Baviera e de sua esposa Maria, princesa da casa real da Prússia, o príncipe
Luís passou a maior parte da sua infância no castelo de Hohenschwangau, nos Álpes bávaros.Tendo habitado pouco tempo no castelo que mandou construir

Informações úteis
Documentos necessários: BI
Idioma: alemão
Diferença horária: mais uma hora do que Portugal continental
Indicativos: Alemanha (49); Munique (089)

A não perder
Oficina de Pierre Chaubert, em Fussen
Os circuitos pedestres em torno do castelo de Neuschwanstein
Mercados de Natal a partir do primeiro domingo de Dezembro

Compras
Trajes bávaros de Dirndl Boutique, em Wallgau.
Decorações de Natal de Käthe Wohlfahrt, em Oberammergau.

Estacionamento
Há diversos parques de estacionamento, havendo um para autocaravanas, onde estivemos aparcados.
A pernoita foi em Fussen, a escassos 4 kilometros, deste local espectacular.

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publicado por aviajar às 14:42
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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
O EUROTÚNEL, TÚNEL DA MANCHA
Quando decidimos visitar a Grâ-Bretanha (2001) e a Irlanda (2006), tivemos que utilizar o Eurotùnel para a travessia do canal da Mancha, hoje vamos percorrer a história e alguns dados curiosos desta obra importantissima.



O Eurotúnel, Túnel da Mancha, é um túnel ferroviário submarino que liga a França à Inglaterra. A sua construção foi bastante demorada e o início das obras sofreu alguns adiamentos até a sua efectiva inauguração em 1994.
Um pouco de história
Em 1802, o engenheiro francês Matthieu Favier fez uma proposta para a construção de um túnel: os passageiros atravessariam o túnel em carruagens puxadas por cavalos; o caminho seria iluminado por lanternas de óleo e uma ilha a meio do túnel forneceria ar fresco para os cavalos. O custo, mesmo nessa altura, seria de um milhão de libras.


Em 1875, Peter Barlow, construtor do primeiro caminho de ferro subterrâneo, sugeriu que se colocasse um tubo de aço gigantesco flutuando sobre o canal. A ideia foi rejeitada.

Em 1876 são levados a cabo extensos estudos geológicos.

Em 1880 a companhia ‘’South Eastern Railway’’ faz perfurações experimentais do lado inglês.

Em 1881 uma máquina de perfurações ‘’Beaumont’’ escava um túnel de 820 metros ao longo dos penhascos do lado inglês.

Em 1922 começam novamente escavações do lado inglês, mas após estarem feitos 128 metros de túnel, foram lançadas objecções políticas e as obras pararam mais uma vez.

Foi só após o fim da Segunda Guerra Mundial que os técnicos acreditaram que o conhecimento tecnológico existente era o suficiente para a construção do túnel e começaram a dar-lhe a devida atenção.

A Construção

A escavação do túnel demorou seis anos e empregou 13 000 trabalhadores, sendo as operações conduzidas simultaneamente dos dois lados. O empreiteiro principal foi a TransManche Link, um consórcio que englobava 10 empresas e 5 bancos de ambos os países. Foram usadas grandes máquinas, tunnel boring machine (TBM). Estas máquinas eram autênticas fábricas móveis que abriam o túnel, retiravam a terra e escoravam as paredes com cimento. Quase 4 milhões de metros cúbicos de cal foram escavados só do lado inglês; a maior parte foi deitada ao mar em Shakespeare Cliff, perto de Folkestone tendo com isso, roubado ao mar cerca de 360 000 m².

O Túnel da Mancha é constituído por 3 túneis paralelos, dois principais ferroviários e um menor, de acesso. Este túnel de acesso, que é servido por veículos pequenos, é ligado ao outros através de passagens transversais em intervalos regulares para permitir que os trabalhadores da manutenção tenham acesso aos túneis principais e para fornecer uma saída de emergência em caso de acidente.
Os passageiros e os veículos automóveis (ligeiros e pesados) são transportados por um serviço de comboios geridos pela companhia Eurotúnel O trajecto dura apenas 35 minutos

Dados Curiosos

</span>
Data da construção: 1994
Altura: 7,6
metros
</span>Comprimento: 50,45 quilómetros
Profundidade: entre 40 a 75 metros abaixo do solo do mar.
Número de trabalhadores: 13.000
Tempo de construção: 6 anos
Material de construção: cimento armado e aço
Número de janelas: nenhuma
Volume de terras removidas: 4 milhões de metros cúbicos, só no lado inglês

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publicado por aviajar às 00:28
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008
Um grande viajante faz referência de A Viajar no seu Blog
A Newsletter Camping-Caravaning e Autocaravanismo da autoria de DeCarvalho, grande viajante, e inpirador deste modesto blog.

Hoje faz uma referência ao Blog A Viajar.

Da nossa parte um sincero Obrigado, e continuação com as viagens por cá e por lá.




http://camping-caravanismo-e-autocaravanismo.blogspot.com/




publicado por aviajar às 23:13
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